As chamadas religiões orientais são
pouco conhecidas pelos brasileiros que por séculos foram inseridos na região
cristã católica romana e posteriormente pelas denominações protestantes
evangélicas. A criação do Centro de Pesquisa e Documentação das Religiões no
Guarujá visa preencher este vácuo histórico informativo sobre todas as
vertentes religiosas, mesmo aquelas em que há pouca representatividade em nossa
cidade.
Hinduísmo como
religião mundial
Ainda
que o hinduísmo seja praticado por pouco mais de treze por cento da população
mundial ela encontra-se introduzida em praticamente todos os lugares do mundo e
isto ocorre por causa da diáspora de indianos que se deslocam por todos os
países do mundo (o mesmo ocorreu com o judaísmo).
Como
ocorre com outras tradições religiosas antigas é difícil referir-se ao
hinduísmo como uma religião monolítica, pois sua história implica em uma
diversidade de tradições que se entrelaçam formando um tecido composto por
textos sagrados, crenças e práticas distintas entre si e por esta razão estudiosos
contemporâneos têm optado por se referir no plural “hinduísmos” e não no
singular “hinduísmo” para pesquisa-lo.
O
termo hinduísmo é um derivado do nome de um dos principais rios do Sul da Ásia
– o Indus – e foi utilizado desde a época Persa para referir-se ao povo e
território localizado ao noroeste do subcontinente.
Como
expressão religiosa o termo, que englobava os hoje distintos hinduísmo,
jainismo e budismo, foi a forma como os invasores muçulmanos os identificavam
ainda na primeira metade do segundo milênio EC, e posteriormente foi o termo
utilizado pelos britânicos para se referirem às religiões indianas no período
em que dominaram a Índia no século XIX, para distingui-los dos mulçumanos e
cristãos.
Apesar de toda diversidade existente
dentro do Hinduísmo – como ocorre em quase todas as religiões, incluindo o
cristianismo, judaísmo e islamismo – é possível se encontrar, nesse caso com um
grau maior de dificuldade, uma unidade conceitual com base em um conjunto de
termos-chave ou crenças peculiares aos hindus, como crença no carma e no
renascimento; a natureza impermanente e fundamentalmente sofrida do mundo
(samsara – literalmente “divagação” – é o processo contínuo de nascimento morte,
vida após vida, em muitas formas e condições diferentes de existência). Através
desse processo é possível se libertar do sofrimento e renascimento e a obtenção
de um estado permanente de bem-aventurança (moksha). Mas nenhum destes
conceitos é exclusivo do hinduísmo, pois outras religiões como o budismo, o
jainismo, o espiritismo e muitas religiões africanas também sustentam ensinos
semelhantes.
No exercício de distinguir o
hinduísmo de outras religiões similares utiliza-se a categoria dos três
caminhos: o caminho da ação ou ritual (karma marga), o caminho do conhecimento
ou sabedoria (jnana marga) e o caminho de devoção (bhakti marga).
Alguns estudiosos optam por
distingui-lo com base em sua estrutura social – o sistema de castas –
sustentada pela ideologia religiosa. A casta superior é a dos brâmanes, cujo
termo Bramanismo (ou Bramanismo) tornou-se um sinônimo de hinduísmo, perpetuando
o sistema de castas, com os brâmanes no topo. Mas muitos estudiosos questionam
essa conceituação como expressão unificadora da religião hinduísta.
Outra forma de se perceber a unidade
do hinduísmo é o valor autorizativo que se dá aos livros Veda e Purana – os
mais antigos e universalmente reconhecidos textos sagrados do hinduísmo. São
nestas fontes que o hinduísmo fundamenta sua legitimação e seu fio condutor
dentro do complexo de tradições índicas.
No contexto da sociedade indiana o
hinduísmo tem um impacto profundo e que na maioria das vezes é determinante nas
relações sociais e culturais e que é utilizada pelos nacionalistas para
perpetua-la. Desta forma, não é possível se compreender a sociedade indiana sem
compreender os conceitos do hinduísmo.
Textos sagrados
Como referido acima os livros Vedas
e Purana se constituem nos textos sagrados, não únicos, do hinduísmo. As
literaturas Vedas são as fontes utilizadas pela mais alta casta – os sacerdotes;
enquanto que a literatura Purana é a fonte literária popular das castas mais
baixas.
Os
Vedas foram originalmente escritos em sânscrito (língua clássica da Índia), mas
por muito tempo foi preservado apenas na forma oral – significa “Conhecimento”
e são divididos em quatro partes: o Rig,
o Yajur, o Sama e o Atharva - consiste de um Samhita (coleção de hinos, versos
e cânticos), um Brahmana (no qual as origens míticas, os contextos e os
significados do ritual são explicados), um Aranyaka (um texto da floresta, onde
os significados mais esotéricos e secretos dos ritos são detalhados), e um
Upanishad (composto de especulações místicas e ruminações filosóficas). Os
Samhitas dos quatro Vedas estão correlacionados com as funções dos quatro principais
sacerdotes do sacrifício védico e foram compostos e preservados por esses
sacerdotes para o uso ritual. Cada um dos quatro Vedas tem várias recensões
devido às diferentes práticas de diferentes escolas rituais. O Veda era, e
continua a ser, memorizado sílaba por sílaba e transmitido oralmente por meio
de um intrincado método de recitação. Mas atualmente é possível encontrar
diversas versões impressas e traduzidas para muitas línguas, tanto indianas quanto europeias.
Para um numero crescente de estudiosos
a literatura contida nos Puranas, literalmente “velhos livros” é o coração do
hinduísmo, que juntamente com as duas Grandes Epopeias, o Mahabharata e o
Ramayana, que em seu conjunto recebem a nomenclatura de Itihasa
("história"), permeia consideravelmente na concepção religiosa dos
hindus em sua grande maioria. Dessas a Epopeia Mahabharata se destaca e é
referida por muitos líderes hindus como contendo o epítome de sua fé e tem sido
o cerne de inúmeras palestras e livros sobre o hinduísmo.
Tratando sobre essas literaturas
Puranas o pesquisador Klaus K. Klostermaier destaca que coletivamente “essa literatura é a principal fonte do
hinduísmo, como é praticada hoje por centenas de milhões de hindus, e é
referida como autoritária por centenas de milhares de professores religiosos”
(2008). De forma simples eles podem ser divididos em dois conjuntos literários:
um grupo contendo dezoito livros chamados de Mahapuranas ("Grandes
Puranas") e um conjunto muito mais amplo chamado de Upapuranas
("menores" Puranas). De acordo com Klostermaier os “Mahapuranas foram divididos em Vaisnava,
Saiva e Sakta Puranas, exaltando respectivamente Visnu, Shiva ou Devi como Ser
Supremo”, enquanto que as literaturas “Upapuranas,
além destes, também exaltam Surya, o sol, Ganesa, o filho de cabeça de elefante
de Shiva e Parvati, ou alguma divindade menos conhecida.” (2008). As grandes
comunidades do hinduísmo como os Vaisnavas, Saivas e Saktas, fundamentam seus
ensinamentos e rituais amplamente em seus respectivos Puranas.
Principais Conceitos ou Doutrinas
Como mencionado acima o hinduísmo é
uma religião heterogênea no que tange aos seus ensinos. Entretanto, é possível
observarmos um seleto grupo de crenças que perfazem um núcleo central do seu
sistema religioso, compartilhado por todos os grupos chamados “hindus”.
Carma e Renascimento
Na
tradição indiana, carma significa originalmente “ação, trabalho ou feito”, mas
religiosamente veio a significar o “efeito” de uma ação, ou a soma total dos
“efeitos” de ações passadas. A vida de uma pessoa reflete tanto seus feitos
passados quanto indicara sua vida futura. Desta forma, os rituais que
começam com os samskara, ritos de passagem realizados em momentos críticos da
vida de um jovem, têm como objetivo reparar as imperfeições do nascimento. No
período védico, o trabalho ritual também continuou a se constituir no meio de
criar uma vida após a morte desejável para si mesmo.
Na
visão hindu todas as ações produzem frutos, bons ou ruins, que determinam a
qualidade da vida de alguém. Essa lei moral e causal do carma aparece pela
primeira vez nos primeiros Upanishads e também aparece como uma doutrina
proeminente nas novas religiões que surgiram na índia na época, o budismo e o
jainismo. Assim, acredita-se que a natureza das ações de uma pessoa - e a
atitude com que as ações são realizadas - produzem consequências determinantes
sobre o futuro da pessoa, tanto nesta vida quanto nos futuros renascimentos.
Dharma e o sistema Varnashrama Dharma
Esse
conceito-chave do hinduísmo está intimamente ligado àqueles de carma e
renascimento. O dharma é um termo multivalente que inclui dentro de seu alcance
semântico religião ou retidão, mas também dever. O dharma significa não apenas buscar
uma vida ética, mas também assumir os deveres próprios da classe ou casta em
que se nasce (devido ao karma passado), e ao estágio da vida em que esta atualmente. Cumprindo o próprio dever (svadharma), como foi atribuído pelo
nascimento e pela fase da vida, tem sido tradicionalmente um importante ideal
hindu: "É muito melhor cumprir os
deveres prescritos próprios, embora com defeitos, do que executar com perfeição
os deveres alheios. A destruição durante o cumprimento do próprio dever é
melhor do que ocupar-se nos deveres alheios, pois seguir o caminho dos outros é
perigoso." (Bhagavad Gita, 3.35). A doutrina do svadharma, respaldada
pelos conceitos de carma e renascimento, sustenta uma das instituições mais
importantes e duradouras da Índia hindu, o sistema de castas. Desigualdades na
vida atual são consideradas como resultado de diferentes karmas passados, e as
desigualdades de um futuro projetado refletirão as recompensas e punições de
ações feitas no presente.
Desde
o tempo do Veda em diante, as quatro classes básicas da sociedade hindu -
brâmanes, kshatriyas, vaishyas e shudras (servos) - receberam papéis e funções
específicas e foram exortadas a não se desviar de tais deveres inatos. No topo
está a classe cujo trabalho diz respeito à esfera religiosa; o sacerdote
Brahman é, de acordo com os textos (não coincidentemente compostos por membros
desta classe), para ser considerado como uma espécie de deus humano. Os
Kshatriyas devem ser governantes e guerreiros e se engajar nas atividades
apropriadas ao seu nascimento. Quanto aos plebeus, eles devem dedicar-se a
ocupações preocupadas com riqueza e prosperidade, tendendo a pecuária e
comércio. Os deveres e ocupações dos servos são diretos: servir humildemente
aos membros das classes mais altas e esperar por um melhor renascimento.
Finalmente, há as ocupações daqueles que vivem abaixo dessa hierarquia.
Samsara, libertação e as formas de alcançar a libertação
Outro
conceito central no hinduísmo é a noção de que nascimento, morte e renascimento
perpétuos ocorrem não apenas no nível dos seres humanos, mas do universo como
um todo. O nome sânscrito para essa teoria é samsara, uma palavra que significa
literalmente vagar ou passar por uma série de estados ou condições. Samsara
descreve o ciclo sem começo e sem fim de morte e renascimento cósmico ou
universal; toda a existência fenomenal é transitória, em constante mudança e
cíclica. Correlativo a essa compreensão do mundo está a crença na natureza
fundamentalmente ilusória do mundo das aparências - um conceito conhecido no
hinduísmo como maya. É porque se é ignorante da verdadeira natureza da
realidade que se percebe um mundo de diferenciação e mudança; e é por nossa
própria ignorância que sofremos e produzimos carma.
Todas
as tradições hindus postulam uma alternativa ao karma e ao renascimento e à
roda do samsara ou romper esse circulo e evoluir. As principais alternativas
são apresentadas, entre outras: a primeira é abrir mão de tudo e optar por um
estilo de vida completamente ascética; uma segunda alternativa é através da
yoga que propõe um alinhamento perfeito entre o espírito e o corpo; a terceira
forma é através da busca permanente da sabedoria ou jnana, que significa ver
além da aparência ilusória do mundo, alcançando assim uma sabedoria mística da
natureza verdadeira unitária do universo e tudo o que é nisso. Ao se alcançar tal
sabedoria experimenta-se uma transformação que se iguala a moksha, ou
libertação - libertação da ignorância e também libertação do karma. Por fim têm
o caminho da devoção e fé em uma divindade,[1]
onde a pessoa dedica-se completamente a uma divindade personalizada e ao final
dessa devoção alcança a salvação ou libertação do carma e a verdadeira
felicidade. Em uma sociedade de castas radical, o movimento bhakti (devoção)
tornou-se uma saída para aqueles da casta baixa e outros que haviam sido
deixados de lado ou diminuídos pelo hinduísmo orientado pelas castas. A ênfase
do movimento na devoção simples, na humildade e no poder da graça divina para
redimir os mais miseráveis, tornou-se a forma ideal para se romper o processo cármico.
Entretanto,
para a maioria dos hindus a libertação final parece estar fora de alcance nesta
vida. A grande maioria simplesmente tenta viver virtuosamente e obter, como
resultado, uma vida agradável aqui na terra e um melhor renascimento no futuro.
Sistema de Casta
Casta
é o termo mais conhecido para descrever o cenário social tradicional hindu, no
qual os grupos são organizados em uma hierarquia de status, geralmente baseada
na pureza percebida da ocupação tradicional de cada grupo. Esse conceito surge
a partir da história da criação na narrativa hindu, onde uma figura divina
criadora se desmembra, de modo que cada uma das partes de seu corpo foi
utilizada para compor o conjunto da criação. Cada Casta representa uma parte
desse corpo divino:
Brâmanes - A
mais alta das quatro principais castas da Índia criada a partir da cabeça do
deus; representam oito por cento da população indiana, mas mantêm grande poder
e autoridade. Em termos ortodoxos cabe somente a eles o exercício do
sacerdócio.
Kshatriyas – Criados
a partir dos braços do deus, que são associados à força e poder e representam
os fortes, os combatentes, os guerreiros e as pessoas no campo de batalha;
quinze por cento da Índia se enquadra nessa categoria. Atualmente qualquer
pessoa com o poder de governar geralmente recebe o status kshatriya.
Vaishyas - Criados
a partir das pernas do deus; estes são os comerciantes, fazendeiros e aqueles
que cuidam da alimenta e necessidades básicas da vida; nove por cento da
população.
Shudras – São
aqueles que compõem a casta mais baixa e que foram feitos a partir dos pés do
deus; os Shudra são criados para servir todos os demais e a eles esta vedada
qualquer possibilidade de ascensão ou estudo e compõe vinte e nove por cento da
população.
Dalits – São
os párias ou seja, todos aqueles que não estão inseridos em nenhuma das Castas,
quer por nascimento (seus pais eram Dalits), quer por desobediência às regras
de castas e foram expulsos do sistema de castas e não podem mais participar de
nenhum privilégio da sociedade indiana; representam quase metade da população.
Termos Essenciais no Hinduísmo
Brahman (Brâman) - representa
de alguma forma a principal busca do hinduísmo. O brâmane é a realidade suprema
e os hindus o definem de várias maneiras; alguns definem em termos de um deus
pessoal (Brama), outros como uma série de deuses, outros ainda como uma
essência que permeia o universo.
Atman (Atmã) - “Alma
ou essência”; o fundamento de nosso ser e a base de toda a realidade e, em
última instância separada dela.
Tat Tvam Asi - “Tu
és um dos” ou “você é um servo do”; a principal percepção dos Upanishads é o
reconhecimento de que sua essência é idêntica à essência do universo, portanto,
se você puder entender a essência de seu próprio eu (ego), que é atman, então,
por implicação, você poderá entender a essência de todo o universo.
Samsara - significa
literalmente "fluxo"; o ciclo individual de vida e morte e
renascimento, que nunca termina na cosmovisão hindu até que você tenha essa
percepção de Tat Tvam Asi; O samsara é a principal questão do hinduísmo.
Maya – “mágica ou ilusão” é o poder de produzir uma falsa maneira de olhar o mundo
devido à ignorância ou à sobreposição da realidade última sobre ele. Assim, os
seres humanos se confundem em relação a verdadeira natureza do mundo e de si
mesmos, de maneira que são mantidos na escravidão de seus desejos perpetuando o
ciclo de reencarnação (satnsara) que vem disso; ao mesmo tempo, porém, essas
pessoas não sabem que estão em escravidão.
Carma - “ato
ou ação”; O carma afirma que toda ação é o efeito de uma causa; e, por sua vez,
é a causa de um efeito.
Moksha - "soltura,
liberação ou escape"; a busca da transcendência final da existência
mortal. A pessoa rompe os laços do carma ou samsara quando finalmente alcança a
verdade de Tat Tvam Asi; o equivalente soteriológico da salvação no
cristianismo.
Monismo - Significa
simplesmente que existe apenas um princípio último de existência dos quais
todos os demais seres são apenas atributos e modos; a força unificadora no
universo, da qual todas as demais são derivadas. Equivalente ao conceito
teológico cristão de Deus a origem de toda existência.
Ioga - A
quarta das seis Escolas da filosofia hindu; Ioga tornou-se o caminho para que
uma pessoa possa alcançar samkhya, a essência da verdade, passando por vários
exercícios de meditação e completo isolamento do mundo físico.
Satcitananda - Sat
é “ser [absoulto]”, “cit” é consciência [compreender] e “ananda” é felicidade
ou alegria [êxtase]; Satcitananda é a junção dessas três palavras (Consciência
de felicidade absoluta), ou descrições dos três atributos de Brahman
encontradas no final dos Upanishads, juntas em uma palavra.
Me. Ivan Pereira Guedes
Centro de Pesquisa e Documentação
das Religiões no Guarujá (CPDR)
Artigos Relacionados
Religiões:
Vocabulário Básico
Referências Bibliográficas
FLOOD, Gavin (Ed.) The Blackwell Companion to Hinduism. Blackwell
Publishing Ltd, 2003.
GUÉNON, René. Introdução Geral ao Estudo das Doutrinas
Hindus. São Paulo: IRGET, 2016.
HEXHAM, Irving. Dicionário de religiões e crenças modernas.
Tradução Rogério Portella. São Paulo: Editora Vida, 2003. [Edição de Bolso].
HINNELLS, John R. Dicionário das Religiões. São Paulo:
Editora Cultrix Ltda, 1995 (1989). [The Penguin Dictionary of Religions].
JONES, Constance;
RYAN, James (Org.) Encyclopedia of
Hinduism. New York, Facts on File, 2007.
KLOSTERMAIER, Klaus
K. Hinduism: A Beginner's Guide.
London: Oneworld Publications, 2008.
STODDART, William. O Hinduísmo.
Tradução Alberto Vasconcellos Queiroz. São Paulo: IMBRASA, 2004.
WEBER, Max. The religion of India: the sociology of
hinduism and buddhism. New York: The Free Press, 1958. (Uma abordagem
sociológica).
Livro Sacro: Bhagavad-gītā Como Ele É – comentário
em português (https://vedabase.io/pt-br/library/bg/).
[1] As divindades adoradas no hinduísmo
chegam a milhões de entidades diferentes, mas os mais populares são Brahma
(criador do Universo), Shiva (Deus Supremo) e Vishnu (responsável pelo
equilíbrio do Universo), bem como Ganesha (Deus da sabedoria), Matsya (salvador
da espécie humana) e Sarasvati (matrona das artes e da música) que também são
muito cultuadas.

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